sexta-feira, 20 de maio de 2016

Ciência alimentando o Brasil,será o tema da SNCT 2016


A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) é coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e realizada nacionalmente desde 2004. Conta com a colaboração de ministérios, universidades, institutos de pesquisa, fundações de apoio à pesquisa, instituições de ensino, museus e centros de ciência, instituições privadas, além de secretarias estaduais e municipais, em especial de Ciência e Tecnologia e de Educação.

O objetivo da SNCT é aproximar a população da ciência e da tecnologia, promovendo eventos que congregam centenas de instituições a fim de realizarem atividades de divulgação científica em todo o País em linguagem acessível à população e por meios inovadores que estimulem a curiosidade e motivem a população a discutir as implicações sociais da ciência e aprofundar seus conhecimentos sobre o tema.

A 13ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), no próximo ano, acontecerá de 17 a 23 de outubro e será oportunidade para discutir o papel da ciência para a melhoria da qualidade da alimentação. A ESCOLA AMBIENTAL junto ao Núcleo Pedagógico da Secretaria Municipal de Educação recebeu o convite do Governo do Estado para participar da coordenação do evento.

A expectativa é que a temática permita tratar sobre aspectos relacionados, por exemplo, à questão da qualidade dos alimentos. O domínio dos alimentos ocorreu há milhares de anos, mas nós queremos colocar isso em uma outra dimensão agora, porque, se o alimento entregue ao consumidor não for de boa qualidade, estaremos entregando um veneno. A ciência é capaz de resolver vários desafios. Um deles é realmente assegurar alimento de qualidade para toda a população, melhorando também o padrão de renda das pessoas. 




Participaremos de outros 5 encontros no Espaço Ciência da Capital Pernambucana, para ajustes e detalhamento do Projeto e atividades relacionadas, o próximo encontro acontecerá dia 15 de junho de 2016. A Secretaria de Educação  "Neide Félix", não mediu esforços para colaborar com a SNCT, com uma visão visionária está buscando a cada dia o crescimento e a qualidade do ensino na cidade de Lajedo - PE.

Texto e imagens: Escola Ambiental

PREFEITURA MUNICIPAL DE LAJEDO - PE
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quinta-feira, 19 de maio de 2016

Formação dos professores ENERGIA QUE TRANSFORMA: AÇÃO MOBILIZADORA





A Escola Ambiental realizou no dia 12 de maio, no Centro de Treinamento, juntamente com a equipe do Núcleo de Ciências da Secretaria Municipal de Educação uma formação para os professores de ciências, Geografia e História. Na Formação foi abordado o Tema ENERGIA QUE TRANSFORMA um projeto do Grupo Neoenergia em parceria com as prefeituras municipais de Pernambuco (Celpe), Bahia (Coelba) e Rio Grande do Norte (Cosern).

Roteiro
  • Abertura
  • 1º Palestra: “Evolução no Uso da Energia”
  • Construção Coletiva de uma Linha do Tempo com base nas informações abordadas na palestra e conhecimentos prévios.
  • 2º Palestra: “Uso seguro da energia para a comunidade” com Marcos Eduardo, o presidente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA
  • Dinâmica em Grupo
  • 3º Palestra: “Fontes de Energias Renováveis”
  • Apresentação e discussão em Grupo do “Kit Energia que Transforma”
  • Exibição do vídeo 1 do CD 1 da série “Vida de República”
  • Exibição do Spot de Rádio do “Programa Alô João”
  • Apresentação das regras do IV CONCURSO ARTÍSTICO DA ESCOLA AMBIENTAL (Tema: Energia que transforma: Ação Mobilizadora) e informações para o preenchimento do relatório do projeto.
  • Dinâmica de Encerramento








Para realizar o cadastro e ter acesso ao Livro digital ou baixar os 5 livros do Kit Energia que Transforma é so acessar o site:  http://www.procelinfo.com.br/main.asp e fazer o cadastro. Os 10 episódios da Série Vida de República e os 30 Spots de rádio do Programa Alô João também podem ser visualizados neste site.

Regras do concurso:
  • Podem participar do projeto os professores de Ciências, Geografia e história;
  • Realizar o Projeto “Energia que Transforma” em qualquer turma do 6º ao 9º ano;
  • Fotografar as atividades realizadas ao longo do projeto com os alunos;
  • De cada escola será escolhido pelo coordenador um turma, que melhor tenha preenchido os critérios abaixo no desenvolvimento do melhor projeto sobre a temática “Energia que Transforma”:
Professor: Organização, planejamento e recursos didáticos;
Alunos: participação dos alunos e interesse na temática;
  • Preencher o relatório obedecendo às etapas estabelecidas no diagrama;
  • A entrega do relatório pode ser pelo e-mail da Escola Ambiental (escambiental2013@gmail.com) ou na Secretaria de Educação a Rozeli Joele, coordenadora do Núcleo de ciências;
  • Data para entrega do relatório: 03/05/2016
  • A equipe da Escola Ambiental escolherá o melhor projeto;
  • Divulgação do projeto vencedor: 05/06/2016
  • O melhor projeto receberá como premiação uma aula de campo na Usina Fotovoltaica no Estádio de Futebol, Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata.
  • Data da Aula de Campo: 10/06/2016



Texto e imagens: Equipe Escola Ambiental

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terça-feira, 10 de maio de 2016

CAPACITAÇÃO INTERMUNICIPAL LAJEDO E IBIRAJUBA

A globalização e a revolução tecnológica têm causado um enorme impacto em todos os setores de nossa sociedade, criando um novo padrão de conhecimento. Com o intuito de integrar os saberes e realizar um trabalho conjunto convidamos a Secretaria Municipal de Educação da cidade de Ibirajuba para participar da formação básica em Astronomia aos professores da Educação Infantil e Ensino Fundamental.

Assim, todas as mudanças ocorridas a partir desse novo cenário fizeram surgir muitas pressões sobre a Escola e sobre os profissionais que nela atuam, e, consequentemente, para o direcionamento das políticas educacionais. Podemos justificar a escolha do Municipio de Ibirajuba por ser conssorciado ao Aterro Municipal de Lajedo - PE. Estamos crentes que a com união podemos interagir para busca de um futuro melhor.

O que se vê atualmente é um momento histórico onde as maneiras de se perceber o mundo a nossa volta são abruptamente diversas das formas vivenciadas pelas gerações passadas e, certamente, daquelas da grande maioria dos professores que ministram aulas no presente.

Então, faz parte desse contexto recente o aumento de investimentos no processo de melhoria da qualidade da Educação. Então, para alcançar tal qualidade a Educação está focada na inclusão e baseia-se na efetiva aprendizagem das competências, habilidades e conhecimentos necessários para plena cidadania.





 

A Educação de hoje valoriza a autonomia intelectual e a possibilidade de acesso a níveis mais elevados de escolarização com melhor aproveitamento em cada nível e à condições dignas de inserção produtiva. Por isso, em todo país têm sido criados inúmeros “Programas de Formação Continuada” de professores e dos demais colaboradores da Escola.

Desde 2013 a ESCOLA AMBIENTAL DE LAJEDO, junto a Secretaria Municipal de Educação com o Núcleo Pedagógico promove a Formação Anual para todos os professores, em especial da área de Ciências Naturais. 

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quinta-feira, 28 de abril de 2016

"Todos contra o Aedes Aegypti: xô mosquito!”: Projeto de intervenção da Escola Zélia Moura

        A Escola Ambiental participou como convidada do Projeto de Intervenção realizado pela Escola Zélia Moura, cujo nome foi “Todos contra o Aedes Aegypti: xô mosquito!”,  que contou com a participação de todos os alunos, professores e da comunidade do Delmário Braga.



                                              Fonte: Prefeitura Municipal de Lajedo, 2016.

       A Escola Ambiental contribuiu com duas palestras, que foram ministradas pelo professor Julio César Félix, nos dias 12 (manhã) e 14 (tarde) de abril, intitulada de “Aedes Aegypti: aspectos históricos, geográficos e biológicos”.



    Durante o decorrer das palestras, percebeu-se a preocupação latente e atenção para com a problemática, pois trata-se da proliferação de doenças que acometeu alunos ouvintes e/ou familiares destes.



       A culminância do projeto ocorrera no dia 15 de abril, com a confecção de cartazes e objetos, no intuito de sensibilizar as pessoas do Delmário Braga. Sobre o projeto, a Escola Ambiental parabeniza a iniciativa e agradece por fazer parte desta luta!


                                             Fonte: Prefeitura Municipal de Lajedo, 2016.


                                            Fonte: Prefeitura Municipal de Lajedo, 2016.

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Planetário e caça ao tesouro: aula com alunos da Escola Jean Peaget


No dia 20 de abril, a Escola Ambiental recebeu alunos do 6° Ano da Escola Jean Peaget, para aulas de Geografia no planetário, onde ocorre a exibição do vídeo “Os filhos do Sol”, passando a sensação de se está em uma viagem para o espaço astronômico. Ademais, o professor Julio César Félix, conduziu uma aula prática sobre orientação espacial, especificamente um caça ao tesouro, com o intuito de ensinar os pontos cardeis e colaterais.

Durante as aulas, percebeu-se o diferencial no processo de ensino/apredizagem quando imbrica-se o binômio teoria/prática. Nesse processo, merece destaque as expressões de admiração, curiosidade e empolgação, junto a interação no decorrer das aulas. Como podemos ver nas fotos abaixo.








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28 de Abril – Dia Nacional da Caatinga

A Caatinga é um rico bioma típico do semiárido. Sua dimensão territorial compreende a cerca de 734.478 km2, equivalente a aproximadamente 10% do território brasileiro. A área ocupada pela Caatinga equivale a 70% da Região Nordeste, mas ultrapassa seus limites, pois se estende desde o Norte de Minas Gerais até a porção Norte dos Estados do Ceará e do Rio Grande do Norte. Nesta área, que pode ser vista no mapa 1,  observa-se que o mesmo também ocupa os Estados do Maranhão, Piauí, Pernambuco, Paraíba, Alagoas, Sergipe e Bahia.

                                               Mapa 1: Localização do Bioma Caatinga.
                                                                                Fonte: Embrapa, 2016.

O nome Caatinga é de origem da língua indígena, cujo significado é Mata Branca, em virtude do seu aspecto desértico durante o período de estiagem. A despeito deste aspecto desértico, o bioma reúne uma enorme biodiversidade, reunindo mais de 1000 espécies de plantas e 876 espécies de animais, dentre mamíferos, répteis e aves. É importante ressaltar que, trata-se de um bioma exclusivamente brasileiro, isto é, parte da biodiversidade da Caatinga não existe em outro lugar do mundo.
Todavia, esse patrimônio está ameaçado, já que segundo estimativas, aproximadamente 70% do bioma foi modificado pelo homem, ao passo que apenas 0,28% encontram-se protegidas em unidades de conservação. A principal prática sócio-espacial que vem devastando a Caatinga é o desmatamento da vegetação para produção de lenha e carvão vegetal. Essa atividade reduzindo a extensão e a flora do referido bioma de forma exacerbada, e extinguindo o habitat da fauna, acarretando ainda uma maior vulnerabilidade do solo ao processo de desertificação, problemática que interfere diretamente na qualidade de vida da população, já que o solo torna-se improdutivo.
Isto posto, faz-se necessário uma mudança de consciência por parte da população que habita na Caatinga, aprendendo a conviver no/com o bioma. Sobre isso, a Escola Ambiental acredita que essa consciência ecológica só se dá por meio de uma efetiva sensibilização na Escola Básica em conjunto com as comunidades para preservar a Caatinga. Não podemos olvidar, cabe aos órgãos competentes fiscalizar e tentar proteger o bioma no âmbito jurídico, tendo em vista que a áreas da Caatinga que são Unidades de Conservação não chegam a 1% de sua área territorial. Por fim, frente a esse cenário da Caatinga, o dia 28 de abril, não é um dia para comemorar, é um dia para lembrar que temos que lutar por sua preservação e conservação todos os dias.
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sábado, 23 de abril de 2016

PROFESSORES DA ESCOLA AMBIENTAL SÃO CAPACITADOS PELA CELPE


A ESCOLA AMBIENTAL, sempre em busca de um trabalho de qualidade e novas parcerias, participou do projeto de Formação da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), que ofereceu um curso para educadores do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio interessados na capacitação da Metodologia Energia que Transforma, desenvolvida pela Fundação Roberto Marinho/Canal Futura em parceria com o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica – PROCEL/ ELETROBRAS. 







Para Pernambuco, foram 240 vagas dividido em seis Municípios - Carpina, Garanhuns, Serra Talhada, Araripina, Petrolina e Recife - no período de 5 de abril a 19 de maio. 
As inscrições foram realizadas pelo site da celpe com carga horária de 24 horas, com três dias de formação presencial. 

A Secretaria Municipal de Educação de Lajedo - PE, não poupou esforços para o envio dos professores a cidade de Garanhuns, e no mês de abril A ESCOLA AMBIENTAL , junto ao CIPA - Comissão Interna na Prevenção de Acidentes e o Núcleo Pedagógico da Secretaria Municipal de Educação realiza-rá formação junto aos professores da rede municipal. 

OBJETIVO - A formação de educadores para mobilizarem seus alunos e comunidade escolar para o uso consciente dos recursos naturais e na aprendizagem do combate ao desperdício de energia como forma de preservação do meio ambiente, através da exploração da metodologia Energia que Transforma. 

Os educadores após a formação foram agraciados no 3º dia com o kit "Energia que Transforma" com material didático para uso em sala de aula, contendo:

1 DVD com 10 episódios da série Vida de República, exibida pelo Canal Futura;
30 spots de rádio em CD, onde o locutor esclarece dúvidas de seus ouvintes sobre questões relacionadas às temáticas energia, meio ambiente e sustentabilidade;
5 cadernos de texto e o cartaz com a linha do tempo da energia;
1 jogo pedagógico;
1 pen-drive com o conteúdo da capacitação;
1 bag.
O kit Energia que Transforma foi desenvolvido como recurso pedagógico para o educador pela Fundação Roberto Marinho, contratada pelo Programa Nacional de Combate ao Desperdício de Energia (PROCEL), do Ministério de Minas e Energia.

METODOLOGIA – Fomos capacitados para o uso adequado do material pedagógico, além das melhores formas de utilizá-lo, as formadoras do Recife e Rio de Janeiro alternavam as atividades com dinâmicas de interação, de forma criativa e democrática. 
Os trabalhos foram encerrados com a dança indígena do Toré. 

Texto e imagens: Escola Ambiental

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